Teletime – Henrique Julião

Ainda que iniciando um novo ciclo para as operadoras de telecomunicações nacionais, a alocação de espectro 5G prevista para o começo de 2020 só deve resultar na chegada de serviços de quinta geração “revolucionários” ao País a partir de 2023. Essa é a avaliação da consultoria Ovum, que prevê um compasso “evolucionário” para a tecnologia a partir do ano que vem.

“No Brasil, o 5G vai começar de maneira evolucionária. Primeiro, com uma banda larga móvel mais rápida e com o acesso fixo-móvel (FWA), começando por alguns setores [nobres de grandes cidades]. Já os casos de uso mais revolucionários como network slicing e ultra baixa latência devem demorar de três ou quatro anos a partir de 2020”, afirmou o analista principal da Ovum na América Latina, Ari Lopes. Entre os serviços que dependem da baixíssima latência estão a conectividade 5G em missões críticas e também algumas aplicações voltadas para o consumidor final, como o cloud gaming.

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