Brasil | Falta de chip e dólar em alta encarecem produtos eletrônicos

Alta média de preços de smartphones em 12 meses foi de 30% e de notebooks, de 40%, segundo a GfK.

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Valor – Daniela Braun

O prolongamento da escassez global de semicondutores, que pode se estender até o fim de 2022, tem feito com que fabricantes brasileiros de eletroeletrônicos sigam equilibrando seus pratos entre diferentes fornecedores, custos e prazos de entrega para não perderem vendas no mercado brasileiro.

Já o preço final dos produtos, impactado pelo custo elevado dos componentes, o salto no aluguel dos contêineres e a moeda local cada vez mais desvalorizada, é um prato que o setor não conseguiu segurar.

Nos últimos 12 meses, a escassez de componentes como microprocessadores e telas de LCD, bem como a alta nos preços de commodities – petróleo, aço, alumínio, lítio e cobre – colaboraram com uma alta média de 30% nos preços de smartphones, de 40% em notebooks e de 30% em televisores, informa a empresa de análises de mercado GfK.

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