Brasil | Inovação aberta pode acelerar ESG

Trabalho colaborativo entre companhias da velha economia, startups, academia e governos ganhou tração sobretudo a partir de 2020.

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Valor – Karina Pastore

A inovação aberta é o caminho para que as grandes empresas consigam incorporar efetivamente a pauta das boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG, na sigla em inglês). É nisso que apostam Renata Zanuto, co-head do Cubo, maior hub de empreendedorismo da América Latina; Luis Lora, sócio-gestor na Globo Ventures, braço do Grupo Globo que busca capturar e ampliar as oportunidades proporcionadas pela tecnologia e inovação; e Hector Gusmão, CEO da Fábrica de Startups Brasil, aceleradora de startups multinacional, que tem como proposta impulsionar a conexão dessas pequenas empresas inovadoras com grandes companhias.

Os três participaram do painel “Inovação aberta e sustentável. Dá para fazer tudo?”, do Festival de Inovação e Cultura Empreendedora, o FICE 2021, evento realizado ontem, em canais digitais, por “Época Negócios” e Pequenas Empresas Grandes Negócios.

O trabalho colaborativo entre companhias da velha economia, startups, academia e governos em direção ao tema ESG vem ganhando força nos últimos dez anos, mas ganhou tração sobretudo a partir de 2020. De acordo com Renata, cerca de 50 startups hospedadas no Cubo estão direta ou indiretamente dedicadas ao assunto. A sigla ESG, no Google Trends, lembra ela, foi quatro vezes mais pesquisada neste ano do que no passado – e 13 vezes mais em relação aos registros de 2019.

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