Brasil | Minioperadoras buscam R$ 10 bilhões na B3

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Estado de Minas

A digitalização que caminhou a passos largos, ao longo de mais de um ano de pandemia, começou a tirar do papel os investimentos realizados por provedores independentes de internet, que ficaram cada vez maiores no interior do Brasil. Em um mercado muito pulverizado – são mais de 5 mil operadoras no País -, algumas dessas micro-operadoras tomaram a posição de consolidadoras, com planos agressivos de expandir suas redes de fibra óptica.

Com esse planejamento embaixo do braço, um grupo de negócios deve buscar recursos na Bolsa de Valores, com ofertas de ações com potencial de girar cerca de R$ 10 bilhões. Distante das capitais onde Vivo, Tim, Oi e Claro dominam os serviços de internet, as pequenas e médias operadoras avançaram pelo Brasil. O ganho de participação de mercado foi rápido, visto que desde cedo elas começaram a investir em fibra óptica, tecnologia que garante mais velocidade e qualidade na conexão.

Hoje, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e compilados pela consultoria Teleco, 41,5% dos acessos da banda larga no Brasil são feitos por meio de pequenas e médias operadoras. No recorte do acesso por fibra, a participação no mercado é ainda maior: chega a 60%.

Mais informações: https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2021/07/11/internas_economia,1285533/minioperadoras-buscam-r-10-bilhoes-na-b3.shtml