Brasil | Nova MVNO foca em experiência, marca e tecnologia proprietária

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Mobile Time – Fernando Paiva

A Nomo quer ser o Nubank das telecomunicações. A nova operadora móvel virtual (MVNO, na sigla em inglês) quer se diferenciar das teles tradicionais focando na experiência do usuário, na construção de uma marca para ser amada e no desenvolvimento de tecnologia proprietária. Para trilhar esse caminho, tem entre seus fundadores e investidores-anjo diversos executivos experientes oriundos de empresas como Stone, Nubank, Ebanx e até um ex-CEO da Oi, Ronaldo Iabrudi.

Os primeiros 200 chips da Nomo foram distribuídos na semana passada. Outros 500 devem ser enviados até a próxima semana. Há cerca de 10 mil pessoas aguardando na lista de espera, aberta em seu site. A ideia é liberar aos poucos, em blocos pequenos, para garantir uma experiência de qualidade, começando por clientes de São Paulo. O Rio de Janeiro será a segunda praça, e depois haverá a expansão gradativa para o resto do Brasil. A empresa prefere não estabelecer metas em quantidade de assinantes por enquanto.

A respeito do nome escolhido, “Nomo” é uma abreviação para “No more”, ou “não mais”, em português. A proposta é se posicionar como uma opção às grandes operadoras. “Estamos focando bastante em marca, que é tão importante quanto o produto. As três grandes operadoras têm retenção ruim. 50% do mercado troca de operadora todo ano. Mas falta uma opção para o churn. Uma nova empresa precisa ser muito forte em branding. Sua marca precisa ser um ativo”, diz Henrique Garrido, CEO da Nomo, em conversa com Mobile Time. 

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