Brasil | Nova Oi prevê novos fluxos reequilibrando receita após venda da unidade móvel

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Teletime – Bruno do Amaral

O presidente da Oi, Rodrigo Abreu, quer passar uma mensagem ao mercado: a Nova Oi continuará a ter participação relevante na V.Tal (antiga InfraCo), a companhia de infraestrutura de fibra cujo controle está sendo vendido para os fundos geridos pelo BTG Pactual. Na visão do executivo, essa visão mais abrangente do futuro da operadora é importante até para considerar a valoração da empresa, tendo em vista a possibilidade novas receitas e lucro operacional multiplicado com novos serviços – que no futuro podem ser segregadas também.

Mesmo considerando apenas a Nova Oi, a empresa vislumbra novos fluxos, que permitirão à operadora obter o mesmo patamar de receita de cerca de R$ 15 bilhões que têm hoje com a Oi Móvel ainda incorporada. Logo após a venda, diz, esse número deverá abaixar para R$ 9 bilhões, mas a ideia é voltar a crescer em seguida por meio da operação na nova fase.

Durante live da XP Investimentos nesta quarta-feira, 8, Abreu justificou que muitos analistas de mercado têm interpretado a Nova Oi como apenas uma empresa “standalone”. O foco dessa operação será a fibra, mas tirando proveito, inclusive como cliente âncora, do poder de investimento e ativos da V.Tal. Todo o capital da empresa na unidade de fibra que será controlada pelos fundos do BTG Pactual será Opex.

Mais informações: https://teletime.com.br/08/09/2021/nova-oi-preve-novos-fluxos-reequilibrando-receita-apos-venda-da-unidade-movel/