Brasil | Novos investidores pedem mudanças nas obrigações do leilão do 5G

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Tele.síntese – Miriam Aquino

O anúncio da tomada de decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) do julgamento do edital do 5G, marcado para o dia 18 de agosto, acelerou alguns movimentos no mercado de telecomunicações no sentido de ampliação das alterações na modelagem do leilão aprovada pela Anatel. Entre as reivindicações novas que surgem, e que serão apresentadas ao TCU na  próxima semana, estão a sugestão para mudanças nas obrigações  de cobertura de uma das licenças nacionais de 3,5 GHz, a faixa mais importante para o ingresso da quinta geração da telefonia celular no país.

Conforme o aprovado pela Anatel, serão vendidos quatro blocos nacionais na frequência de 3,5 GHz, com 80 MHz para cada. Esses blocos, como todos do mercado sabem, serão comprados pelas três grandes operadoras de celular que atuam no país: Claro, TIM e Vivo. A quarta licença nacional, inicialmente, estaria direcionada para Oi, que, no entanto, deixou o segmento de telefonia celular para se concentrar apenas na rede fixa de banda larga.

Segundo fontes do mercado, algumas empresas de infraestrutura – como American Tower ou Highline, por exemplo – estariam interessadas em adquirir essa quarta licença nacional, para completar o portfólio de oferta de capacidade, mas avaliam que deveriam ser alteradas as obrigações de cobertura para essa faixa, de maneira a ampliar a oferta da 5G no país.

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