Claro, Embratel e Ericsson associam 5G SA ao edge computing em fábrica da WEG

As duas tecnologias combinadas reduziram o tempo de resposta a 9 milissegundos.

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A Claro, Embratel, Ericsson anunciaram a implementação de uma rede 5G usando a solução mobile edge computing em uma fábrica da WEG, em Santa Catarina. Segundo as empresas, é a primeira vez na América Latina que se combinam as duas tecnologias na Indústria 4.0. No teste, a latência foi reduzida e chegou a 9 milissegundos.

O serviço 5G standalone utiliza elementos de rede da Claro próximo ao ambiente da fábrica para garantir a baixa latência em casos críticos, como no monitoramento de robôs e veículos autoguiados.

“É a primeira vez que uma iniciativa na América Latina combina as tecnologias mobile edge computing e 5G standalone neste segmento. O desafio era levar o tráfego até a ponta para reduzir ao máximo a latência, tornando-a imperceptível, e assim suportar casos de uso específicos do cliente”, afirma André Sarcinelli, CTO da Claro. Ele acrescentou que o tempo de resposta diminuiu de forma expressiva, chegando a 9 milissegundos. “Um avanço que contribuirá para o desenvolvimento de novas soluções e produtos.”

O projeto com a WEG utiliza o espectro de frequências 3,5GHz, por meio de uma licença de uso científico concedida à Claro pela Anatel.

5G na WEG

A instalação do 5G standalone na fábrica da WEG em Santa Catarina já foi anunciada no início de 2020, como uma parceria da Nokia, da WEG e da ABDI. Em novembro do mesmo ano, a Anatel e a ABDI assinaram um Acordo de Cooperação Técnica para testar o desempenho e convivência das redes privativas do 5G. 

Os primeiros resultados foram publicados em julho deste ano, mostrando que o 5G oferece níveis de segurança, qualidade de tráfego, estabilidade e alta velocidade superiores aos oferecidos pelo 3G e 4G, com destaque para a confiabilidade.