Em Nova York, a brasileira VTEX vale mais de US$ 3 bi

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Pipeline – Maria Luíza Filgueiras

Quando Mariano Gomide de Faria e Geraldo Thomaz saíram do curso de engenharia mecânica da UFRJ, em 2000, a realidade era bem distinta. Não havia a abundância de capital para tecnologia ou interesse internacional em inovação brasileira e quase não existia e-commerce. Fundaram a VTEX com recursos limitados, uma companhia do agora tão cobiçado universo de “software as a service” – e onde capital não falta.

A companhia chegou ontem à bolsa de Nova York (Nyse) avaliada em US$ 3,75 bilhões, mais do que o dobro do que foi avaliada há 10 meses em uma rodada fechada. Levantou US$ 361 milhões na oferta inicial de ações (IPO) e seus acionistas Tiger, Softbank, Long Pine e Constellation também compraram mais ações nessa operação de estreia na Nyse.

A ação foi precificada a US$ 19 no IPO, acima da faixa indicativa inicial, que era de US$ 15 a US$ 17. A demanda elevada ajudou a empurrar a estreia – os papéis chegaram a subir 25,5% durante a tarde e fecharam em alta de 16,74%.

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