Teletime – Samuel Possebon

A Embratel, que também é a operadora de satélites do grupo Claro Brasil, aposta no lançamento do Star One D2, em 2020, para se beneficiar de um eventual movimento de digitalização dos canais de TV hoje analógicos na banda C e transmitidos no Star One C2. A primeira razão é obvia: o D2 subirá justamente em substituição ao C2, e ficará portanto na mesma posição orbital, 70º W.

Com a iminência do leilão de 5G e as dificuldades técnicas de evitar interferências nas parabólicas decorrentes das transmissões de banda larga móvel na faixa de 3,5 GHz, existe um intenso movimento no mercado para reacomodar os canais analógicos, caso a mitigação por filtros não seja possível. A digitalização destes canais, que hoje estão quase todos no C2, e uma eventual migração para a banda Ku, é o caminho preferido das emissoras de TV. A Claro tem vários interesses nessa discussão. Ao mesmo tempo, quer evitar os altos custos que podem ser impostos aos compradores da faixa de 5G caso seja necessário arcar com a digitalização dos canais em banda C (principalmente com a distribuição de kits para recepção em banda Ku). De outro, precisa evitar que seus clientes migrem para satélites concorrentes. 

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