Highline e Scala Data Centers recebem aporte milionário do Banco Mundial

A Highline e a Scala Data Centers, do Brasil, e a EdgePoint, da Indonésia e Malásia, compartilharam US$ 75 milhões em investimentos.

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A Highline, a Scala Data Centers, ambas atuantes no Brasil, e a EdgePoint, da Indonésia e da Malásia, receberam um aporte de US$ 75 milhões da IFC (International Finance Corporation), do Banco Mundial.

As três empresas fazem parte do grupo DigitalBridge, que anunciou o investimento nesta terça-feira, 9. Outros US$ 25 milhões serão destinados para outros ativos do grupo no futuro.

A Scala é uma plataforma de data centers sediada no Brasil que foi lançada no ano passado após aquisição pela DigitalBridge. A empresa também atua em outros países da América Latina.

“O investimento da IFC fornece à Scala recursos adicionais, incluindo sua experiência e orientação, que nos permitem acelerar nosso crescimento e progresso nos países latino-americanos por meio do desenvolvimento de infraestrutura digital, além de compartilhar princípios sólidos de ESG”, disse Marcos Peigo, CEO da Scala. 

Já a Highline é uma empresa de infraestrutura de telecomunicações que tem expandido sua atuação no país. No final do ano passado, comprou a Phoenix Tower, que a colocou como uma das maiores detentoras de torres e pequenas células do Brasil. Em março deste ano, a companhia concluiu a aquisição de torres da Oi por R$ 1,077 bilhão.

O CEO da Highline, Fernando Viotti, comentou que a empresa está comprometida em melhorar a cobertura de telecomunicações no Brasil. “A conectividade é um capacitador chave para o desenvolvimento, inovação e progresso”, afirmou.

Havia a expectativa de que a Highline adquirisse espectro para a rede 5G durante o leilão na semana passada, por meio da NK108, mas a empresa foi superada pela Winity II na faixa de 700 MHz, e pela Sercomtel e Cloud2U na faixa de 3,5 GHz.