Satélites alegam que 32,7 mil estações serão afetadas com ingresso da 5G na banda C

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Tele.síntese – Miriam Aquino

As disputas em torno da modelagem do leilão de frequências para o ingresso da tecnologia de quinta geração da telefonia móvel tendem a se acirrar à medida em que se aproxima o momento da decisão da Anatel, visto que diferentes segmentos do setor serão afetados. Entre esses segmentos, as prestadoras de serviços via satélite, que poderão ter que ceder 75 MHz de seu espectro em banda C (conhecido como banda C estendida, que vai de 3,625 GHz a 3,7 GHz) caso a agência reguladora decida mesmo tirar esse naco de frequências e destiná-lo à 5G, resolveram estudar em detalhes o que vai representar essa perda, que, reivindicam, terá que ser paga pelas operadoras de celular que participarem do leilão da Anatel. E apresentaram números até então desconhecidos pelo mercado.

Conforme a consultoria alemã Roland Berger, contratada pelo SindSat para realizar o estudo, existem nada mais nada menos do que 32.700  estações profissionais receptoras de sinais da banda C, cuja maioria não está registrada na Anatel porque nunca foi exigido, que precisarão receber filtros para não sofrerem interferência da 5G e, para isso, os satélites querem ser remunerados. ” Essas estações recebem sinais das TVs abertas, das TVs regionais, de redes corporativas que deixarão de funcionar se não forem colocados os filtros. Esses equipamentos não têm nenhuma relação com as TVROs”, afirmou Frederico Sato, responsável pelo estudo da consultoria.

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