Teletime – Samuel Possebon

Para as operadoras de telecomunicações, avançar nos seus próprios processos de transformação digital é essencial para evoluir a oferta de serviços para o ambiente da Internet das Coisas e, sobretudo, para o 5G. Durante o Seminário Digital Telcom, realizado nesta quarta, 6, pela TELETIME e pela TI Inside, em São Paulo, Marco di Constanzo, diretor de engenharia da TIM, ressaltou o papel da virtualização das redes atuais no processo de transição para o 5G. Segundo ele, a operadora hoje tem 50% de suas redes virtualizadas e deve chegar a 75%. “A gente só não vai virtualizar funções típicas do 2G porque não faz mais sentido”, disse.

Luiz Fernando Bourdot, diretor de evolução de redes da Claro Brasil, lembrou que a etapa de virtualização do core e das funções de rede é essencial para o 5G, mas essa é apenas uma das muitas etapas que precisarão ser cumpridas se as operadoras quiserem oferecer serviços que demandem orquestração fim-a-fim plena, como uma oferta de serviços completamente customizada e configurável pelo próprio cliente. Em geral, diz Bourdot, as operadoras ainda estão nas camadas mais de baixo, no SDN, mas evoluindo. O processo completo, contudo, depende de uma mudança cultural de engenharia e, sobretudo, na camada de sistemas.

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